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Por Asri Jasman (4 de maio de 2020).

Depois de fazer uma pausa na atuação, o ex ator infantil Dylan Sprouse está pronto para atuar novamente. Mas no seu próprio ritmo e termos.

A transição para a idade adulta não é uma tarefa fácil, especialmente quando alguém passa a maior parte de sua vida no centro das atenções. Para Dylan Sprouse, parece ser ainda mais uma tarefa ver como sua carreira foi empacotada como um conjunto com o irmão gêmeo Cole.

“A verdade é que, por um lado, à medida que envelhecíamos, desenvolvemos gostos muito diferentes. E, por outro lado, as coisas que estávamos confortáveis em fazer na indústria obviamente mudaram”, diz Sprouse quando foi perguntado se existe um esforço consciente para traçar sua própria identidade. “Cole se sente muito à vontade fazendo coisas na televisão, e eu não estava. Definitivamente, não queria fazer isso por um longo tempo e ainda não quero”.

Você não está errado em pensar que Sprouse tem sido relativamente mais quieto em comparação com seu irmão – estrela de Riverdale. Desde que fez uma pausa na indústria do entretenimento para obter um diploma universitário (ele se formou em design de videogames na Escola de Estudo Individualizado Gallatin da Universidade de Nova York), Sprouse vem trabalhando ativamente em outra paixão que floresceu após a formatura: hidromel.

A introdução de Sprouse ao hidromel ocorreu aos 16 anos, quando seu pai o presenteou com um kit de fermentação em casa. “Quando criança, fui diagnosticado com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção). Eu era uma criança muito animada e muito temporal, o que significa que eu focaria nas coisas no momento, depois me distrairia e me afastaria. Então, eu estava procurando por um hobby e um paixão que me daria um pouco de compromisso a longo prazo”, explica Sprouse.

“Eu também tinha 16 anos; eu queria tentar beber e não tinha meios de comprar. Então, decidi fabricar. Acabei experimentando e percebi que eu adorava. Eu não gostava muito de bebê-lo, porque o que eu estava produzindo naquela época era muito ruim, mas gostei do ritmo que isso me deu. Fez-me pensar a longo prazo – eu pensava três meses, seis meses, um ano e meio no futuro, quando estaria pronto – e tentando fazer algo no momento, alguma coisa que seria estável e saboroso quando terminasse.”

Foi essa revelação terapêutica recém-descoberta que o levou a mergulhar profundamente no hidromel e na bebida em geral. Em 2017, Sprouse criou a All-Wise Meadery no Brooklyn, Nova York, com seu colega de faculdade, Matt Kwan. Sprouse agora é o mais jovem mestre cervejeiro da América, e a All-Wise Meadery tem recebido apenas ótimas críticas por todo o mundo, com distribuição para cerca de 47 estados nos EUA.

Sua paixão por hidromel também era, de certa forma, uma rede de segurança para uma carreira tão instável da atuação. Isso permitiu que Sprouse se envolvesse no tipo de projetos independentes dos quais ele gosta de fazer parte. “Eu queria fazer papéis mais interessantes que fossem diversos. Isso é uma coisa grosseira de se dizer, mas geralmente os diretores de primeira viagem que estão realmente tentando e lutando para conseguir algo não têm dinheiro. E eu sabia que queria ser um parte disso porque geralmente é onde o artista vive dentro de qualquer setor”, explica Sprouse. “Eu não queria o tempo respirando pelas minhas costas dizendo: ‘Ei, olha, você tem que fazer um filme agora’ ou ‘Você precisa fazer um programa de televisão para apoiar seu estilo de vida e sua família’. Então, investi na abertura de uma produtora de hidromel”.

Há uma sensação de familiaridade na história de Sprouse: uma celebridade encontra um novo chamado e decide diversificar sua marca para algo completamente diferente do que é conhecida. Mas, no caso de Sprouse – diferentemente da maioria dos negócios liderados por celebridades -, não é um mero nome instantaneamente reconhecível em um empreendimento. Hidromel é algo em que ele trabalhou duro e se destacou, independentemente da sua fama.

É algo que ele sente: todo ator que começou muito jovem experimenta a síndrome do impostor. Embora a atuação exija habilidade e talento, há também a inevitável incerteza de estar no lugar certo e na hora certa.

“Há muito trabalho árduo na atuação. Mas essa idéia de ‘eu tive sorte’ está permeando todo o setor. E muito do que eu fiz provou minha própria insegurança e disse ‘será que eu poderia fazer isso sem sorte? Existe algo que eu fiz com habilidade?'” ele opina. “Para mim, ver pessoas – uma platéia que já estava interessada nesse assunto – entrar na All-Wise, conversar, experimentar e decidir seguir esse caminho comigo, me deixa muito, muito feliz”.

Esse sentimento de realização pessoal não é de forma alguma um sinal para Sprouse parar de se esforçar. Um de seus maiores projetos futuros é Turandot, uma adaptação da ópera de mesmo nome de Giacomo Puccini. O filme de romance/fantasia é uma produção chinesa dirigida pelo cineasta Xiaolong Zheng e é inteiramente em mandarim. E isso significa apenas que estaremos assistindo Sprouse atuando em um idioma que ele aprendeu apenas para o filme. “É uma linguagem muito difícil. Quero dizer, não há como eu conseguir falar todas as frases perfeitas, certo? Então eles vão colocar um dublê”, adverte.

O que definitivamente podemos esperar são cenas de brigas de espadas de Sprouse e de batalhas à cavalo. Fazer parte de um filme de ação tem sido um objetivo de longo prazo dele, e ainda melhor que Sprouse seja capaz de fazê-lo em um mercado em que ele não é tão reconhecível.

Mas talvez o que seja ainda maior seja o retorno dos gêmeos Sprouse no mesmo projeto. Embora Sprouse diga que encontrar projetos que não sejam “estúpidos ou estereotipados” para gêmeos é sempre um desafio, eles encontraram um que é único. Ele não pôde revelar detalhes, mas garante que “é o único tipo de projeto que meu irmão e eu faríamos juntos no futuro”.

De qualquer forma, há poder na nostalgia. E sempre que Sprouse opta por usar habilmente isso a seu favor para preparar um momento histórico na história da cultura pop, isso só prova que ele ainda o tem; de modo convencional ou não.

Confira o photoshoot feito por Lenne Chai.

Matéria: Esquire | Tradução: Chris (DSBR).

Por James Grebey (28 de abril de 2020).

Os deuses e deusas da mitologia nórdica são bem representados nos quadrinhos, mas não espere que Thor se aproxime dos Vingadores no próximo quadrinho da revista de ficção científica e fantasia Heavy Metal. Dylan Sprouse escreverá a série ainda sem título, fazendo desta a estréia cômica do ator, embora ele esteja muito bem equipado.

“Esta é uma história muito pessoal e familiar para mim”, diz Sprouse à SYFY WIRE. Sprouse é mais conhecido por estrelar a série Zack e Cody: Gêmeos em Ação do Disney Channel, mas nos anos desde que a série terminou, ele perseguiu muitos outros projetos, incluindo a abertura de uma produtora de hidromel. Essa escolha de bebidas antigas é reveladora, e Sprouse diz que está muito interessado na cultura nórdica e é um pagão praticante.

“[O quadrinho] se inspira em grande parte nas sagas de que meus avós escandinavos-americanos liam para mim e para meu irmão quando éramos mais jovens”, continua ele.

Embora ele não esteja pronto para revelar muitos detalhes, Sprouse revela que a série será ambientada na Noruega nos anos 800 e que, comparada a Thor, “a relação com os deuses do mito e mitologia proto-germânica é muito mais fiel a história”.

“Isso é muito mais parecido com a série American Gods de Neil Gaiman”, continua ele. “Estou escrevendo de uma perspectiva pagã, [explorando] o que esses deuses e deusas representam, tanto de maneiras metafóricas quanto também de como eles podem ter literalmente interagido com as pessoas”.

Sprouse descreve a série, que se concentrará principalmente em protagonistas e antagonistas mortais, e não nos próprios deuses, como sendo de tom muito sombrio, mas operando no “rule of cool” (A Regra do Cool é um princípio que busca dissipar argumentos entre os fãs sobre a implausibilidade na ficção, dando a seus jogadores a chance de fazer coisas improváveis e modificar um pouco as regras).

A série soa como um encaixe natural para a Heavy Metal, que está dando um grande empurrão na nova série, lançando uma marca-propriedade dos criadores e atraindo talentos, como o ator de Animais Fantásticos e Onde Habitam, Dan Fogler. O quadrinho de Sprouse também é o primeiro título a surgir da colaboração da revista com a DIGA Studios. Tommy Coriale, diretor da DIGA, disse a SYFY WIRE que ele acha que a série tem a capacidade de viver além das páginas de um quadrinho, talvez um dia passando à telona.

Sprouse, no entanto, sempre foi fã de quadrinhos e está animado em criar a história primeiro para o meio cômico – especialmente para a Heavy Metal. Ele se lembra de trabalhar em uma loja de quadrinhos em Hollywood quando tinha 15 anos e perceber a seção de prateleiras dedicada à revista icônica.

“Era uma espécie de seção proibida. Tinha essas mulheres realmente sexys em pterodátilos”, diz Sprouse. “Tipo, eu não deveria estar lá, mas eu estava sempre dando uma espiada na revista de qualquer maneira. Aprendi a apreciar bastante essa revista. Encontrei muitos artistas que ainda amo hoje.”

Detalhes adicionais sobre a série cômica de Sprouse serão em breve divulgados, incluindo um título, arte e qualquer ideia sobre quando podemos esperar sua primeira edição.

Matéria: Syfy Wire | Tradução: Chris (DSBR).
Por Lily Templeton (24 de fevereiro de 2020).

Para aqueles nascidos no final do século XX, Dylan Sprouse e o irmão gêmeo Cole foram figuras constantes, quase amigos de infância que cresceram ao nosso lado como personagens principais de The Suite Life Of Zack And Cody, passando pelas mesmas dificuldades dos jovens – separados apenas pelo vidro da quarta parede.

Embora fosse fácil descartar Dylan – e de fato os dois irmãos Sprouse – como homens meramente bonitos, o par se comportou como outros gêmeos famosos de Hollywood e ampliou seus horizontes com projetos pessoais e empreendimentos empresariais. No caso de Dylan, isso significa design de videogames e produção de hidromel.

Ele faz uma pausa em sua constante produção para explicar como alguém pode passar de queridinho de Hollywood para mestre cervejeiro, tudo antes dos 25 anos. Foi um giro de 180 graus ir do “Zack egocêntrico e imaturo”, ao seu ser sério que transparece em sua voz, um ritmo suave e cadenciado que faz a conversa, mesmo separada por um oceano, fluir tão facilmente quanto seu hidromel.

Então ator, designer de videogame, o mestre cervejeiro mais jovem da América…Essa é uma seleção eclética. O que vem a seguir…?
Eu acho que é apenas uma jornada para refinar meus interesses empresariais e meus interesses de atuação, que nunca serão totalmente completos. Então, atualmente estou tentando tornar esses aspectos da minha vida os melhores possíveis.

Alguma outra habilidade estranha, ainda que legal, que não conhecemos?
Não digo isso para muitas pessoas, mas toco violino – não particularmente bem – e leio partituras.

De acordo com o Twitter, você é o mestre em respostas sarcásticas e curtas. Ser um conversador espirituoso é sua habilidade, afinal?
Definitivamente uma das minhas melhores habilidades. Certamente facilitou muitas coisas boas da minha vida. Isso e um sorriso diabolicamente sexy o tirarão de muitas situações ruins.

O que fez você escolher Design de Videogame na faculdade?
Eu sabia que não queria estudar mais atuação, simplesmente porque era algo que eu sempre fiz. Então escolhi o design de videogame porque estava interessado em outra forma de entretenimento. Sem dizer que dominei o campo, aprendi muito sobre o que faz as pessoas reagirem a peças de arte e entretenimento, o que também me ajudou a atuar.

Então, nos dê uma opinião pessoal: quais são os melhores jogos? Algum lançamento que você está particularmente animado? Eu estou animada para Diablo IV.
Bem, eu também estou muito empolgado para isso, The Last Installment é provavelmente minha série favorita Blizzard. Meu jogo favorito de todos os tempos, provavelmente Shadow of the Colossus. E direi que um dos meus favoritos mais recentes é definitivamente Deliro: Shadows Die Twice, o jogo que venceu como melhor jogo no Steam (prêmio concedido pelo serviço de distribuição de jogos digitais das válvulas de edição de jogos). Eu senti que foi completamente merecido. Tudo é executado perfeitamente, até a mecânica básica. Também estou particularmente empolgado para o novo Animal Crossing, que será lançada no Nintendo Switch.

O que você diria que a coisa mais importante que aprendeu na faculdade é?
Indiscutivelmente, o maior ensinamento foi como socializar efetivamente. Os amigos e conhecidos que você faz ao longo do caminho muitas vezes acabam sendo conexões mais tarde na vida – eles foram para mim. É por isso que é importante cercar-se de pessoas que pensam como você e uma das razões pelas quais as instituições de ensino superior são tão valiosas. Eu também aprendi muito como me editar em termos de escrita e meu processo criativo.

Você teve que fazer a mesma coisa que o seu personagem em Dismissed para conseguir um “10”?
Bem, na verdade, me formei com uma 4.0 (nota maxima), então não precisei encontrar estratégias. Havia uma certa dificuldade ao longo do caminho até que eu me editasse, mas sempre tive uma fome de conhecimento e uma sede de escola. Nunca senti que estava lutando porque gostava das matérias que estava cursando. A verdade, é que se você tem isso e é apaixonado por estudo, você estará saindo da sala com uma boa nota.

E como aconteceu o domínio do hidromel e a All-Wise Meadery?
Foi o resultado de muitos anos de treinamento, nos meus próprios termos. Eu entrei originalmente porque, como a maioria dos rapazes americanos, por volta dos 16 anos eu estava interessado em beber álcool. Mas depois disso, descobri que realmente amava a expressão e continuei. Após me formar na faculdade, há quase dois anos, eu queria colocar meus ganhos e também o coração em um negócio. E essa era a coisa mais próxima e querida ao meu coração.

Existe algum tipo de aperto de mão secreto para se tornar um mestre cervejeiro?
Isso vem quando você é chefe de uma fábrica de fermentação e produção, o que aconteceu quando eu abri a All-Wise Meadery. Embora seja mais um título do que uma qualificação real, posso garantir que sou qualificado. (risos)

E você se mudou para Brooklyn por tudo isso. É tão longe de Hollywood como eu imagino?
Sim, sim, muito. É uma vibe muito diferente, e é exatamente por isso que eu queria morar lá ao invés de Hollywood, como havia feito a maior parte da minha vida. Eu já não sou tão mais apegado à Hollywood. Brooklyn, no entanto, é um ambiente acelerado e ao mesmo tempo sério – para mim, todas as razões pelas quais eu amo Nova York em particular.

De que maneira você é sábio, como afirma o rótulo das garrafas?
É meio que um nome explícito que colocamos em nossa garrafa, em um esforço para obter mais sabedoria sobre o que estamos fazendo. Também é um “foda-se” para alguns dos fabricantes de cerveja caseiros que eu não gostava na adolescência. Quanto a mim, eu realmente não acho que esse estado filosoficamente exista. Eu reservaria isso para os deuses e deusas acima de nós.

Que lições de vida você aprendeu com sua fama?
Para não se levar muito a sério, eu acho, em geral. Perseguir a fama, como uma regra, nunca é bom. Parece um pouco como uma tragédia grega sobre perseguir o poder sempre terminando com corrupção e estranheza. Isso foi algo que eu testemunhei em primeira mão, vendo muitas pessoas se destruírem.

Como isso afeta a maneira como você aborda o estilo de vida baseado nas mídias sociais de hoje?
Tenho muito pouco apego pessoal às mídias sociais. Meu feed do instagram é muito escasso. Excluo minhas fotos com frequência e só tenho uma de cada vez. Como um todo, não é realmente sobre mim, mas sim sobre como os outros navegam no estilo de vida das mídias sociais e entender por que é tão importante na sociedade, especialmente no que diz respeito à atuação. Como ele está intrinsecamente ligado a todos os aspectos dessa indústria agora – até certo ponto, é uma pena. Ter que navegar isso tem sido interessante para dizer o mínimo, porque eu e meu irmão gêmeo atuamos por muito tempo sem nada disso.

Você acha que o estrelato infantil abriu portas em sua vida adulta, particularmente como empresário? Ou você acha que isso funciona contra você de alguma forma?
Eu definitivamente sinto que é uma faca de duas pontas. Obviamente, com tudo isso surgem expectativas ou implicações de quem você pode ser. E muitas vezes, e como deveria ser, quando as pessoas entram na idade adulta, eu me vejo tendo que me provar excessivamente, ou completamente o oposto. E, nesse caso, acho que é menos divertido não ter que provar a mim mesmo – eu sobrevivo e prospero em desafios. Onde isso funciona mais contra mim seria na All-Wise. O álcool é um campo muito lucrativo e muitas figuras públicas investiram nele. As pessoas esperam que seja uma espécie de marca de celebridade, um cópia-e-cola do meu nome em algo que eu não participo ou sou apaixonado. A diferença é que eu não apenas investi no hidromel, eu o fabrico.

O que fez você voltar a atuar depois da faculdade? Qual foi o momento do “a-ha” para você?
Eu sempre soube que queria voltar a atuar. Era uma questão de tempo. Eu tinha aberto, ou estava prestes a abrir minha produtora e cervejaria. A fortaleza mental e o relaxamento advindos de uma renda mais estável me permitiram concentrar-me de maneira mais eficaz na escolha de papéis com os quais me relaciono através do coração. Para atores de longa data como eu, chega um momento em que você se esgota, em que atuar vira puramente trabalho. Ter a cervejaria para agir como o foco de uma ética de trabalho de colarinho azul, me permitiu mudar minha própria perspectiva e ver a atuação como uma forma de arte mais elevada. Isso não quer dizer que tudo que faço é uma forma de arte elevada! (risos) Mas certamente desejo mais desse entendimento.

Que tipo de papel você gostaria de interpretar, mas que ainda não foi oferecido para você?
Sou um grande fã de fantasia e ficção científica em geral. Eles estão muito, muito próximos e queridos ao meu coração. É praticamente a única literatura em que realmente mergulho. Atuar em Turandot honestamente fez jus a tudo o que eu estava esperando. Foi tão épico – o tamanho de tudo, andar a cavalo, lutar com espadas…todas as coisas que eu sempre gostei de fazer quando criança brincando no quintal, eu estava fazendo na frente das câmeras e me senti muito bem. Então eu gostaria de fazer mais disso. No entanto, definitivamente parece haver um estigma associado à contratação real de americanos.

Por que diz isso?
Não quero dizer isso de uma maneira ruim, mas parece que eles vinculam filmes de fantasia aos europeus, particularmente os britânicos, o que é meio idiota por serem mundos de fantasia – então é possível argumentar que os sotaques não importariam tanto. Eu adoraria receber mais desses tipos de papéis, mas acho que tenho que trabalhar mais e trabalhar mais publicamente antes que eles surjam no meu caminho.

Então a data de lançamento está marcada para Turandot?
Não sei ao certo e não pretendo perguntar, porque respeito imensamente o diretor, Xiaolong Zheng. Ele tem seu processo distinto na sala de edição e participa de tudo. É um projeto enorme, com muitos efeitos especiais, então espero que saia no primeiro semestre de 2020.

Existem outros filmes em andamento?
Algumas coisas este ano. Eu participei de um projeto indie chamado Tyger Tyger e na sequência de After, onde interpreto o personagem Trevor. Provavelmente haverá também um curta-metragem que fiz com meu amigo muito próximo, Christian Coppola, que dirigiu – chamado Daddy.

E projetos que não sejam filmes?
Estou sempre fermentando e produzindo. Além disso, atualmente estou tentando lançar uma história em quadrinhos que escrevo há algum tempo, há cerca de quatro anos, e acho que vai dar certo. Então provavelmente será lançado em algum momento no final de 2020, se não em 2021.

Você trabalhou recentemente em uma campanha com Cole e ele foi citado dizendo que te selecionou com o único objetivo de gritar com você em um ambiente comercial. Qual seria a sua maneira de se vingar?
Minha maneira de me vingar de coisas assim, se trabalharmos um com o outro em uma sessão fotográfica, é na verdade apenas para não dar nada a ele, porque ele é um fotógrafo. E é engraçado dizer isso, mas, tipo, se eu realmente quisesse o incomodar, eu seria o mais duro e imóvel possível. E posso criticar seu trabalho. Ele é um homem sensível. Fiz isso com algumas fotos de uma campanha de moda que fizemos juntos, mas é a única maneira de realmente me vingar dele. Caso contrário, ele é um psicopata para trabalhar. E eu preferiria ficar fora do caminho dele por medo da morte.

Você consideraria atuar com seu irmão de novo?
Certamente. Certamente não tenho problema em trabalhar com meu irmão novamente, embora Cole tenha trabalhado em projetos muito públicos como Riverdale, e jurei não trabalhar na TV, pelo menos por enquanto, preferindo principalmente filmes independentes. Temo que, se eu fizesse algo público com Cole, eu seria estereotipado ou que as pessoas pensassem que eu só trabalho com meu irmão. Pessoalmente, acho que tenho um pouco mais de desenvolvimento a fazer antes que algo assim aconteça.

O que seria legal o suficiente para ir contra a típica história e papel de gêmeos?
Eu não sei. Existem muitos escritores talentosos por aí, mas tudo o que eles parecem escrever são histórias clássicas de gêmeos. Não tenho necessariamente certeza de que temos que trabalhar como gêmeos. O que eu acho que seria interessante era se houvesse uma dicotomia de um único personagem que interpretássemos juntos. Aconteceria algo que os diferenciava, mas eles ainda são a mesma pessoa. Isso é algo em que estou pensando e escrevendo há algum tempo, e seria bem legal.

Você pode descrever que tipo de projeto se encaixaria em seus diferentes gostos e desejos criativos?
Temos gostos muito diferentes e desejos criativos, por isso não tenho certeza se isso aconteceria. Mas tenho certeza de que se The Lord of The Rings (O senhor dos Anéis) batesse em nossas portas e nos oferecesse papéis de elfos, colocaríamos as orelhas e estaríamos prontos para ir.

Matéria: Behind the Blinds | Tradução: Chris (DSBR).
Por Brian Welk (11 de fevereiro de 2020).

O filme exibido no Independent Film Festival de Boston está para estrear em alguns cinemas, sob demanda e em modelo digital no dia 27 de março. A Vertical Entertainment adquiriu os direitos de distribuição norte-americanos de Banana Split, uma comédia adolescente estrelada por Hannah Marks, Liana Liberato e Dylan Sprouse, anunciou o distribuidor na terça-feira. O UPHE Content Group também adquiriu os direitos internacionais.

Banana Split segue duas adolescentes durante o verão que desenvolvem uma perfeita amizade espiritual entre elas. O único problema é que uma delas está namorando o ex-namorado da outra. Marks escreveu e produziu o filme com Joey Power, e a comédia também é estrelada por Jessica Hecht, Jacob Batalon, Haley Ramm e Addison Riecke.

O filme ganhou o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema Independente de Boston 2019, o Prêmio do Júri de Melhor Filme de Comédia no Woods Hole Film Festival e vários prêmios no Oceanside International Film Festival 2019, incluindo o de melhor filme.

“Estou honrado em compartilhar o Banana Split com o mundo, graças aos nossos parceiros de distribuição na Vertical e no UPHE Content Group”, disse Kasulke em comunicado. “Depois de anos trabalhando em filmes independentes, sei em primeira mão o quanto é raro ter um filme de estréia visto pelo público no cinema e além. As equipes da American High, LD Entertainment, United Talent Agency Sales e eu não poderíamos estar mais felizes com o fato de Banana Split ter a chance de encontrar seu público no mundo.”

Banana Split foi produzido por Jeremy Garelick, Mickey Liddell, Pete Shilaimon, Will Phelps, Sam Slater e Glen Trotiner. Os produtores executivos são Hannah Marks, Joey Power, Jennifer Monroe, Michael Glassman e Rowan Riley. O filme foi produzido pela LD Entertainment, American High e Burn Later Productions.

Marks é representada pela UTA, Untitled Entertainment, Circle of Confusion e Shelter PR. Sprouse é representado pela UTA, Authentic Talent and Literary Management, e Herring PR. Liberato é representada por Artistas Inovadores, Management 360 e The Lede Company. Hecht é representado por Artistas Inovadores. Batalon é representado pela Paradigm. Ramm é representado por Innovative Artists e Presse Public Relations, e Kasulke é representado pela UTA. O acordo foi negociado por Peter Jarowey e Josh Spector na Vertical e UTA em nome dos cineastas.

E aí, quem está ansioso para ver o Dylan em Banana Split? O DSBR com certeza está!

Matéria: The Wrap | Tradução: DSBR.

Por Callum Smith (23 de janeiro de 2020).

Os fãs de Kingdom Hearts 3 estão chocados que Dylan Sprouse, ator de The Suíte Life Of Zack e Cody, é a voz de Yozora em ReMIND.

Kingdom Hearts é um crossover de várias criações da Disney dentro de um único universo criado especificamente para a série. Essa é centralizada no personagem principal Sora, sua procura pelos seus amigos e seus encontros com os personagens da Disney e de Final Fantasy, em seus respectivos mundos.

No título do final secreto de Kingdom Hearts 3, Sora e Riku são encontrados perplexos enquanto acordam na versão do jogo de Shibuya. Riku acha um prédio grande particularmente interessante, e ele passa por ele, enquanto um personagem misterioso é visto observando-o secretamente – esse personagem também é chamado Yozora. Os desenvolvedores confirmaram que Kingdom Hearts 3: ReMind contaria mais uma vez com Yozora, tornando-o oficialmente um novo personagem com um papel aparentemente importante na história do cânone.

Agora, Kingdom Hearts 3 ReMIND finalmente chegou. A atualização 1.07 foi lançada ontem para adicionar Oathkeeper e Oblivion ao jogo e seu companheiro DLC premium o tornou disponível para jogar hoje. Naturalmente, todo mundo parece ter concluído, pois há vídeos em todo o YouTube referentes a todas as cenas e finalizações.

O DM ReMIND para Kingdom Hearts 3 adiciona um modo de foto exclusivo de Data Greeting que provavelmente resultará em muitos memes divertidos e perturbadores, além de adicionar mais brigas de chefes e um episódio secreto. Este episódio secreto inclui uma intensa batalha contra chefes que termina com um final que deixa as pessoas ainda mais confusas sobre o que vem por aí. E sim, deixar os fãs ainda mais confusos sobre Kingdom Hearts é uma façanha.

Um dos aspectos mais chocantes do DLC para os fãs é que o novato Yozora é uma referência flagrante a Final Fantasy Versus XIII e que Dylan Sprouse é creditado como dublador. Você se lembrará da comédia do Disney Channel como aquele programa que todos costumávamos assistir antes e depois da escola, até que estranhamente se mudou de um hotel normal para outro em um navio como a renomeada Suite Life On Deck.

Enquanto Zack Martin, de Suite Life, é seu papel mais reconhecível, Kingdom Hearts 3 ReMIND não é a primeira vez que ele dubla um personagem de videogame, sendo listado como Alith Anar de Total War Hammer II.

Embora não faça parte do seu portfólio do IMDB, Dylan também compartilhou em entrevistas anteriores que sua voz esteve em muitos videogames jogando duendes e fazendo “muitos gritos de morte”. Ele também estudou design de videogame depois de sair do Suite Life On Deck.

Você pode conferir o episódio secreto de Kingdom Hearts 3 ReMIND assistindo o vídeo acima. Obviamente, ele contém grandes spoilers, então só assista se você terminou o DLC ou não se importa em saber as coisas com antecedência. O personagem Yozara aparece com a voz de Dylan Sprouse no minuto 1:20.

Embora não possamos discutir a importância potencial do personagem para o futuro da franquia por não quererermos estragar o final, o que podemos dizer é que os fãs ficam chocados e impressionados com a inclusão de Dylan e a voz irreconhecível. Kingdom Hearts 3 ReMIND está disponível apenas no PlayStation 4 e chegará ao Xbox One em fevereiro.

Matéria: HITC | Tradução: Chris (DSBR).

Por Paul Andrew (11 de dezembro de 2019)

Em junho, novas celebridades seguiram o diretor criativo da Ferragamo, Paul Andrew, até a antiga cidade de Florença, e conseguiram criar uma nova visão do street style.

Salvatore Ferragamo criou peças bonitas, colocando o artesanato e a qualidade em primeiro lugar, e a cara atual da Ferragamo quer fazer parte dessa grande herança. Ele aprecia sinceramente a tradição, mas não é ameaçado por uma quebra da norma – uma mistura de cores não convencionais, bem como uma tendência à sutileza e propriedade. Ferragamo também usaria as estrelas do cinema para incorporar os looks que ele estava criando. Isso pode não parecer novidade agora, mas naquela época era uma abordagem muito nova.

Coletivamente, eu descreveria os homens que reunimos aqui como envolvidos com o mundo, informados e inteligentes. Claramente, eles são geneticamente talentosos e ficam bem em todas as roupas, mas, além disso, são amigáveis, respeitosos e abertos. Individualmente, eis o que eu diria: Dylan Sprouse é talentoso e motivado, e muito divertido de estar por perto – mal posso esperar para experimentar os produtos da sua produtora de hidromel do Brooklyn! Emblemático desse espírito rebelde de Los Angeles, Evan Mock é o “cara legal” contemporâneo. E eu não sei como ele consegue fazer o que faz nesse skate. Tommy Dorfman é tão talentoso, bonito e gentil. Ele também tem um instinto natural para redefinir os códigos de vestuário dos homens tradicionais. Hero Fiennes Tiffin realmente fala com o espírito da marca; ele é um dos meus jovens atores favoritos atualmente e também se tornou um amigo íntimo. Lamar Johnson apareceu em filmes tão significativos – talento em abundância e uma ótima aparência. Quando Jacob Bixenman entra em uma sala, ele é uma presença que não será ignorada. E Jack Mulhern é talentoso, bonito, estiloso e humilde. Todos nós poderíamos tirar uma página do livro dele.

Eu sou fascinado pela interseção da identidade de gênero. Não estou falando de androginia [em si], mas de permissão para expandir os limites do modo de se vestir tradicional, especialmente em termos de silhueta e cor. Eu queria anunciar ao mundo quem sou como designer, dentro dos fundamentos muito generosos do espírito de design da Ferragamo.

Trazer essa visão para Florença foi um sonho tornado realidade – especialmente para alguém mostrando uma coleção inicial, como eu. A família Ferragamo tem uma ligação incrível com a cidade de Florença e, recentemente, restaurou a Fonte de Netuno, que têm atraído visitantes de todo o mundo para a Piazza Signoria por décadas. Como significante desse vínculo único, o prefeito da cidade nos permitiu organizar esse desfile de moda masculina bem ao lado de Netuno e a grande e icônica estátua de David. Como resultado, o desfile trouxe um sentimento de outro mundo por mim e, esperançosamente, para os espectadores também. É o cenário mais chique e elevado do mundo. Estou muito honrado por ter meus desenhos em exibição lá e espero que todos os que testemunharam tenham se emocionado com tudo. Eu certamente me emocionei.

Veja as imagens em nossa galeria:













Matéria: VMAN | Tradução: Chris (DSBR).
Por Cecilie Harris (27 de setembro de 2019)

Dylan.
Ator. Cervejeiro. Entusiasta de história. Aquele garoto que você viu muito na TV. O Criador. Bico doce. O rosto desta edição e a peça que faltava no meu quebra-cabeça. Dylan Sprouse está atualmente 70% feliz. Eu estou 70% e 30%. Eu expiro enquanto falamos – há honestidade, uma visão clara de si e a pitada de humor perfeita.

Dylan foi lançado na indústria da TV aos oito meses de idade, juntamente com seu irmão gêmeo, Cole. Quando você cresceu em um ambiente, como você descobre quem você é fora disso? Como você encontra “glede”? Como você decide o que você quer que seu legado seja quando você já teve um impacto global antes mesmo de chegar à adolescência? Como eu acabei no meio de uma aula de história e por que ele é um viking melhor do que eu?
Essas são perguntas para as quais encontro respostas durante nosso bate-papo à beira de uma piscina em Los Angeles.

Depois de escolherem sair do centro das atenções para obter diplomas universitários, os irmãos Sprouse retornaram às nossas telas. Enquanto seu irmão liderava a fama de Riverdale, Dylan fez escolhas diferentes. Ele abriu um caminho diferente para si mesmo. Dylan montou seu próprio negócio – uma produtora de hidromel, e optou por entrar no mundo do cinema. Um espaço onde ele poderia desafiar-se artisticamente e escolher papéis que realmente satisfizessem sua fome criativa – muitas vezes abraçando filmes independentes e o formato de curta-metragem como playground.

Seu caminho serve como um lembrete de que a felicidade nem sempre é encontrada nos espaços óbvios e pode nos ajudar a nos preocupar menos com o que pensamos que os outros esperam de nós e, em vez disso, seguir o caminho que nos traz alegria. Escolher a felicidade exige força, e é por isso que acho que é importante contar a história de Dylan. O coração sempre sabe. Ele te faz sentir. Ouça o que essa voz interior diz; é ali que reside a felicidade.

Eu queria falar com você sobre “glede”, que significa alegria ou felicidade.
Faz sentido – soa como a palavra feliz (glad). Eu posso ser muito melancólico. Eu experimento altos ou baixos muito fortes, e a felicidade, para mim, tem tudo a ver com as pequenas coisas, os lembretes constantes e simplesmente estar no momento. Eu tendo a ser bastante direto, ao ponto de ser quase obsessivo. Parte da minha jornada, chegando à idade adulta e à mim mesmo, foi sobre encontrar uma maneira de estar enraizado no ‘agora’ e ter esperança. Acreditar que as coisas darão certo em vez de fazer planos de fuga, caso contrário. Isso foi um grande contribuinte para a minha felicidade atual. Honestamente, tenho um monte de ‘glede’ agora.

As pessoas podem sentir que já conhecem a sua história, já que você está no centro das atenções desde sempre. Quem você diria que Dylan é?
Eu não vi o Dylan de agora ou realmente aprendi como realmente era até os 23 anos de idade. Escondi tudo o que pensei que precisava esconder e refinei as coisas que realmente gostava em mim. Havia muito o que aprender e descobri com o que realmente me importava. Cole e eu tivemos uma educação um pouco mais difícil do que as pessoas sabem. Estávamos lidando com isso simultaneamente, encontrando nosso lugar no mundo e na indústria e, posteriormente, aprendendo quem éramos separados e juntos, enquanto nos encontrávamos individualmente. Agora, eu realmente me apeguei às coisas que sei que me trazem muita felicidade, seja a indústria cervejeira – que eu transformei em um negócio para mim – ou a expressão de interpretar ou de entreter, essas são coisas que são muito próximas do meu coração. Mesmo em pequena escala, esteja ou não trabalhando na indústria ou entretendo um grupo de amigos – isso é o que é importante para mim agora.

Você voltou a atuar e está fazendo algumas escolhas legais. Um pouco mais ousado, um pouco mais independente. Dismissed foi um papel bastante sombrio. O que o levou a essas decisões?
As razões por trás das minhas escolhas foram duas coisas predominantemente. Voltei a atuar um pouco mais tarde do que Cole. Em termos do meu próprio estado mental, eu queria ter certeza de abrir meu negócio de hidromel para ter uma situação de vida mais estável antes de voltar a atuar e me tornar mais seletivo nas escolhas de papéis. Eu sabia que não queria necessariamente voltar a atuar na televisão. A atuação na televisão é muito diferente da atuação no cinema. Programas de televisão são quase o equivalente a um trabalho de escritório. Você trabalha 9-5 dia-sim dia-não, e eu sabia que não queria fazer isso. Eu queria diversificar meu portfólio de atuação, realmente lubrificar essas rodas novamente, então eu disse clinicamente “não” à televisão. Eu fiz testes para séries apenas para entrar em uma sala e conversar com pessoas e socializar com agentes de elenco – o que é necessário neste negócio – mesmo sabendo que não iria assumir o papel. Esses papéis obscuros e independentes, podem não ter um grande pagamento ou serem vistos por um grande grupo de pessoas, mas acho que cada um que assumi é selecionado à mão de uma maneira que realmente é minha zona de conforto e ao mesmo tempo são divertidos e desafiadores.

Você é um psicopata muito convincente.
Sim, haha! É que eu tive muitas aulas com estudantes de design de videogame que eram um pouco psicopatas. Eu realmente coloquei minha experiência em uso.

Percorrendo seus créditos de filmes e TV, você era uma criança ocupada! Como você se sente sobre esse período agora?
Sim! Eu me sinto muito bem com isso. Sou grato por ter estado ocupado quando era mais jovem, porque acho que quando você está nessa idade, você realmente não vê isso como trabalho. Do mesmo modo que as crianças vão para a escola e sabem que “isso é algo que tenho que fazer”. Foi assim por muito tempo. Então, quando meu irmão e eu nos tornamos adultos, pensamos “talvez não precisemos fazer isso”, então decidimos sair para a faculdade e desaparecer. Isso foi uma resposta a “quem sou eu fora da indústria?”. Crescemos inteiramente dentro da indústria desde os oito meses de idade.

Como foi entrar na normalidade?
Nós dois estudamos na escola pública a maior parte de nossas vidas, então não parecia super diferente no começo. As pessoas costumam presumir que, quando você se afasta da indústria, você para de ganhar experiência, mas isso é totalmente falso. Para ser um bom ator, você precisa simpatizar com outros e ter experiências, porque é isso que as pessoas vêem. Se alguém é novo no mundo e não consegue simpatizar com as pessoas e parece que não sabe sobre nada fora da própria bolha, as pessoas conseguem ver isso na tela com muita clareza. Então, sim, eu deixei a faculdade por quatro anos e parei de atuar por mais tempo, talvez seis anos. Mas durante esse tempo, eu ainda estava ganhando experiência de atuação e interpretação. Digamos que você se sente em um bar e observe alguém falando de uma certa maneira ou mastigando de uma certa maneira: você pode pegar isso, internalizar e aplicar a um personagem.

Houve uma grande mudança recentemente. Com as mídias sociais mudando o cenário, estamos vendo um novo tipo de celebridade. Você cresceu com a fama tradicional, o que diria para as pessoas que estão experimentando fama neste novo mundo?
Conheço muitos influenciadores e personalidades do Youtube, e notei com uma minoria deles que há um grupo que anseia por uma trajetória de carreira mais tradicional fora das plataformas de mídia social, e minha pergunta sempre é “por que?”. Acho que as personalidades do Youtube e do Instagram são algumas das pessoas mais trabalhadoras no cenário, verdade seja dita; e reinterpretaram completamente o que as agências presumem ser a carga de trabalho que os atores devem assumir. Aqui está o ideal americano de homens e mulheres self-made (autônomas) que criam conteúdo dia após dia porque eles adoram e querem continuar fazendo isso. Talvez façam pela fama, o que não acho que seja o motivo certo, mas eles reinterpretaram o que as agências pensam que os atores deveriam estar fazendo no espaço tradicional. Eles acham que atuar é um trabalho de 24 horas por dia. Muitas dessas novas personalidades transportam câmeras com eles 24/7, e olham para o mundo permanentemente através das lentes, porque tudo pode virar conteúdo. Talvez isso esteja moldando a evolução do que é a indústria do entretenimento. Acho que os atores tradicionais têm muito mais a aprender com as personalidades do Youtube, Instagram e blogueiros em geral do que vice-versa.

Quando eu falei com o Cole, ele me disse honestamente que não gostava do tipo de pessoa que a fama infantil o tornou. Qual foi sua experiência?
Eu não acho que tivemos experiências super semelhantes, sinceramente. Eu acho que Cole sempre internalizou as coisas de maneira diferente do que eu. Eu vou muito mais com o vento – um marinheiro, e não levo as coisas tão a sério quanto Cole. Em muitas maneiras, ele é mais calculado do que eu e toma medidas que são mais bem pensadas, mas que também podem afetá-lo mais. Ele fez um trabalho maravilhoso ao ser objetivo o suficiente para perceber as coisas que precisa mudar, enquanto eu não sentia a necessidade de fazer isso, pois eu sempre via minhas mudanças como biológicas. Eu nunca senti que a fama me afetasse tanto.

É interessante que você tenha tido uma experiência completamente diferente.
Mas eu também sou bico doce, consigo reverter as situações muito facilmente. Eu sou um falante muito habilidoso, posso sair de situações que podem ser tensas, estranhas ou desagradáveis ​​e deixá-las para atrás facilmente.

Então você é muito bom em deixar as coisas para trás?
Sim, e acho que é onde Cole e eu nos equilibramos.

Acho gêmeos muito fascinantes. Um pequeno mistério do mundo.
Gêmeos idênticos são misteriosos, e não estou falando mal de gêmeos fraternos – me desculpem gêmeos fraternos. Gêmeos idênticos são perfeitamente criados para assustar os outros.

Vocês cresceram fazendo todas essas coisas juntos e agora seus caminhos foram em direções um pouco diferentes. Como isso afetou o vínculo de vocês?
Eu acho que foi uma coisa positiva. Precisávamos estar juntos durante os períodos de formação em que nossas mentes estavam crescendo, precisávamos um do outro como apoio familiar. Dito isto, ainda somos muito próximos. Nos falamos todos os dias. Vou vê-lo logo depois disso. Ele grava principalmente em Vancouver agora, mas quando ele está por perto, nos vemos o máximo possível. Para gêmeos, sempre há o período angustiante em que você não quer ser como o outro, onde você quer se separar; mas não acho que tenhamos experimentado tanto isso. Eu já vi isso acontecer com outros gêmeos idênticos.

Uma das coisas que notei, tendo falado com vocês dois, é que vocês parecem ter um respeito incrível um pelo outro.
Sim, temos imenso respeito um pelo outro. E eu acho que isso foi merecido, porque exigimos respeito um do outro e de nossas escolhas individuais por muito tempo. Sempre fomos muito rápidos em julgar um ao outro, acho que porque também eu sempre o coloquei em um padrão muito alto, e vice-versa. Era uma forma de competitividade que não era estritamente competitiva, mas estava nos levantando e ajudando, de certa forma.

Eu quero começar a falar sobre emoções, pois gosto de falar sobre sentimentos com homens.
Uau, assustador, haha.

Como é ser Dylan?
Eu tenho tentado estar muito mais em contato com meus sentimentos, especialmente nos últimos dois anos. Percebi que durante toda a minha vida tentei parecer mais durão do que realmente era. Houve um período, dos 15 aos 22 anos, em que acho que não chorei nenhuma vez.

Isso é muito tempo!
É um tempo estranhamente longo! Algumas pessoas ficam tipo “legal, isso é radical!”. Mas na verdade não é, é muito prejudicial e estranho.

Você tem tentado chorar mais?
Eu tenho! Eu tenho tentado ser muito mais honesto, aberto e em contato com meus sentimentos, especialmente porque acho que é uma responsabilidade que devo à outras pessoas também. Percebi que, reprimindo meus sentimentos, eu era desrespeitoso com outras pessoas ao meu redor que expunham seus sentimentos. Então, no momento, meus sentimentos são muito felizes, eu diria que estou cerca de 70% feliz.

Eu amo que você está transformando isso em matemática…
Sim, haha, em alguns momentos darei porcentagens…e estou com cerca de 70%. Mas, novamente, sinto melancolia e ansiedade sobre o futuro, porque gosto de estar dez passos à frente e ter um plano de dez anos do que vou fazer e como vou chegar lá. Quando não sigo as fases que estabeleci para mim mesmo, tomo muito a sério. Mas isso faz parte da jornada. Mesmo nos relacionamentos e na vida profissional, o jeito que eu gosto de ver é: quem eu quero ser daqui a cinco anos? É assim que eu quero começar a agir hoje. Portanto, os sentimentos têm sido uma grande parte disso e a empatia também.

Quando foi a última vez que você chorou?
Chorei durante Os Vingadores, não vou falar o porquê, mas chorei. E muito.

Sinto que houve uma mudança na sociedade em que os homens podem ser mais vulneráveis ​​e honestos com suas emoções. A masculinidade não é mais preta e branca. Quais são seus pontos de vista sobre como isso está mudando?
Se fôssemos olhar para a história e estudá-la, eu diria que os padrões da masculinidade – e eu amo a história, é um dos meus assuntos favoritos e me considero um entusiasta de história – mudam a cada cem anos. Mudam sempre, e as coisas que tradicionalmente vemos como masculinas agora não eram assim há cem anos. Contanto que você esteja sendo fiel a si mesmo, é isso que importa. Eu também acho que nós, mulheres e homens, temos impulsos biológicos que desejamos explicar como sociais, mas que são apenas biológicos.

Oh, coisas absolutamente tribais. Muito está ligado aos tempos antigos.
Eu acho que há um desejo dos homens de serem ferozes às vezes. Sempre houve um discurso assim entre as dinâmicas biológica e social. Digamos que os noruegueses antigos, seus trajes ou a maneira como se arrumavam poderiam ser vistos como bastante femininos. Há uma passagem que diz que eles penteavam seus cabelos todos os dias, e eram considerados os povos antigos mais limpos, além de se vestirem com roupas coloridas muito brilhantes – vestes e vestidos esvoaçantes. Agora isso podia ser visto como muito feminino, apesar de também serem guerreiros ferozes, tanto os homens, como as mulheres. Acho que merece uma colocação temporal, e odeio ouvir que “os homens são assim e as mulheres são assim”. A verdade é que não, são apenas homens e mulheres que você viu no recente escopo da história. Eu escolho ser a versão em que simplesmente me sinto eu mesmo.

Isso me leva à outro ponto importante, que é a saúde mental. Qual foi um dos seus maiores desafios e como você superou isso?
Eu posso ser muito indulgente em tudo e posso me entregar pouco ou me entregar demais às coisas que preciso. A rigidez e a estrutura me ajudaram a manter uma saúde mental mais positiva. Estar com minha namorada – ela é muito otimista em relação a certas coisas e isso me ajudou a ficar mais otimista. Somos criaturas sociais, e voltando à questão dos sentimentos, se eu tiver alguma dúvida, tento conversar com pelo menos dois amigos íntimos sobre isso. Isso imediatamente me deixa mais tranquilo. Além disso, se estou com ansiedade, paro e tento respirar. Penso então se estou com fome, se não ando dormindo bem ou se estou de ressaca. Isso realmente me enraíza no agora e eu posso pensar “ok, talvez os sintomas tenham sido causados ​​por algo que você não está olhando imediatamente, em vez dos seus pensamentos ditando todas as desgraças que o futuro pode trazer”.

Como você definiria felicidade?
A felicidade pode ser tão simples quanto não se preocupar. Apenas não pense demais nas coisas e se permita ser um pouco impulsivo com o que faz você feliz. Eu sempre tento não causar problemas para outras pessoas. Se você achar que está feliz fazendo alguma coisa, surfe essa onda o máximo que puder e tente viver nela temporariamente. Eu me sinto muito feliz agora. Acabei de fazer uma filmagem de seis meses na China, onde tive uma estrutura super rígida. Acordava às 6 da manhã todas as manhãs para fazer três horas de artes marciais e treinamento de idiomas. Agora que voltei à normalidade (apesar da rigidez me deixar feliz), se eu quiser comer um biscoito, eu vou e como. Todas essas coisas vêm em ondas.

Onde e quando você se sente mais satisfeito e em paz?
Sinto-me mais contente e em paz em dois lugares: quando estou trabalhando e quando estou em casa. Sempre fui viciado em trabalho ao longo da minha vida e, na verdade, acho que estou em paz ao trabalhar. Também estar em casa, descansando no sofá, assistindo animê com Barbara, relaxando com o meu cachorro e jogando videogame – é o verdadeiro lazer.

Como você visualizaria o amor?
Eu acho que é um barulho de coração muito alto. É como ser amarrado em um estilingue, onde você está balançando para frente e para trás. Essas são suas emoções – como se você estivesse em uma máquina de pinball. E você está em todo lugar, desesperadamente apaixonado, e encontra beleza em muitas coisas. Você também está pensando: “Oh meu Deus, se eu fizer algo errado, isso vai me destruir”. Acho que é assim quando você se apaixona, e então o estilingue pula para trás e para frente até começar a se estabelecer em um lugar confortável no meio.

Vamos falar sobre seus próximos projetos. Turandot é um filme de ação, fantasia e romance. Quero dizer, o que há para não gostar?! Eu gosto de todas essas coisas.
Não é?! Eu também!

Estou imaginando você em um cavalo com uma espada, seu cabelo soprando no vento…
Foi exatamente o que aconteceu no set.

Incrível, conte-me mais!
É muito emocionante. É baseado em uma ópera de Puccini. Eu não canto nele, felizmente, haha. Mas é um filme de fantasia e romance que acontece durante o reinado de Genghis Khan. Eu interpreto um príncipe e meu reino é destruído por Genghis Khan.

O que? Como ele ousa?!
Como ele ousa!? Mas eu fujo e sou criado na da Mongólia. É um filme muito legal que marcou todas as coisas que meu eu mais jovem queria fazer em um filme: andar a cavalo, lutar com espadas e batalhas épicas.

Você tem batalhas épicas com espadas?
Eu tenho, eu tenho! Tenho batalhas épicas com espadas e também falo mandarim no filme. Não falo uma única palavra em inglês, o que foi incrivelmente difícil.

De uma perspectiva profissional, parece que foi um bom desafio.
Foi bem cansativo também, haha. No final do filme, eu tinha perdido quinze quilos. Foi o mais em forma que já estive na minha vida toda. O filme está atualmente em pós-produção e será lançado primeiro na China e depois nos EUA. O engraçado é que é em mandarim, mas eles querem que eu duble minha própria voz em inglês, o que eu acho incrível e exatamente como os filmes antigos de Kung Fu que eu amo.

Eu não ia falar sobre a sua namorada Barbara, porque eu não costumo falar sobre relacionamentos pessoais, mas…
É, eu menciono muito ela.

Sim, também vi o nome dela nos créditos de Tyger, Tyger.
Sim! Para explicar um pouco: Tyger, Tyger foi um roteiro de um filme independente de orçamento muito baixo que caiu na minha mesa. Foi escrito maravilhosamente bem e também de uma maneira visual tão bonita; eu pensei que era tão legal. Filmamos na praia de Bombaim, na Califórnia, que fica no meio das áreas salgadas e marítimas na fronteira da Califórnia e do México – é tão espetacular. Desolada, sal e mar, a praia de Bombaim é meio difícil de se estar, e eu liguei para Barbara dizendo a ela que estava ficando louco lá. As pessoas o chamam de “vórtice mágico” devido à sua paisagem temperamental e bizarra. Depois de alguns dias, este Cadillac se aproxima e Barbara sai dele. Eu pensei que ela estava na Hungria, e minha mente estava explodindo, pois ela veio me surpreender no set e ficou comigo por uma semana, o que foi muito legal. Durante uma das cenas, eu não quero dar spoiler, mas Barbara estava no set e ela interpreta um pequeno personagem, o que foi bem divertido. Qualquer coisa que ela queira fazer, eu a apoiarei e qualquer coisa que eu queira fazer, ela me apoiará. Então isso foi incrível.

Você também está no curta-metragem Daddy, onde interpreta um acompanhante masculino.
Sim, é um curta-metragem muito bonito, e estou muito empolgado com isso. Vai fazer o circuito dos festivais, então não sei onde vai dar; mas espero que as pessoas consigam vê-lo.

Você fez alguns curtas. Eu realmente gosto de curtas-metragens como formato e acho que é uma maneira emocionante de contar histórias.
Eu concordo totalmente, e acho que é uma paisagem que, para mim, se alinha ao que eu queria fazer voltando ao jogo novamente, que era tentar vários personagens e estilos diferentes. O formato de curta metragem realmente oferece essa idéia. Se estou filmando dois ou três dias para um curta-metragem e interpretando um personagem completamente diferente do que estou acostumado, é incrível tirar isso da lista. Também estou conversando sobre dois filmes diferentes que provavelmente gravarei entre agora e o lançamento desta edição.

Outra coisa que me impressiona é o seu lado comercial. Você tem uma produtora de hidromel e está montando um bar. Isso é empolgante.
Sim, é muito emocionante para mim também, pois me faz utilizar um conjunto de músculos que normalmente não uso. Para mim, esta é uma exploração de me tornar mais adulto, recuperando as rédeas da minha vida financeira, de negócios e de trabalho, combinando as coisas que adoro fazer. Eu fabrico hidromel desde os 16 anos.

Parece que você não tinha idade suficiente para beber, Dylan…
Sim, shhh, nos Estados Unidos.

Então, apenas preparando ou servindo outras pessoas, talvez?
Servia outras pessoas também, predominantemente pessoas já com mais de 21 anos. Ganhei muita experiência fazendo isso e quis abrir um negócio.

Por que hidromel?
Muitas razões diferentes. Falando da Noruega, sinto que tem uma história lá.

Eu sinto que soa um pouco como mjod…?
É mjod, é exatamente o que é. (mjod é o nome antigo do hidromel norueguês)

Você é um fã da Noruega, estou muito feliz com esse fato.
Sim eu sou. Uma curiosidade: meu irmão e eu somos dinamarqueses-alemães. E sim, eles têm mjod na Noruega, mas também na Dinamarca e na Alemanha – em muitos lugares. É o álcool mais antigo do mundo. O Egito antigo foi o local onde eles o descobriram. Eu o fabriquei por duas razões: predominantemente porque sou fã da história e estava interessado em experimentá-lo pela perspectiva da história da família, e porque é realmente o álcool mais fácil para começar a fabricar em casa, pois exige pouco processo. Você não precisa ferver os ingredientes, se não quiser, não precisa misturar nada – você meio que coloca os ingredientes lá e os deixa sentar. Morávamos perto de um apiário no sul da Califórnia naquela época, então pegava todo o mel, jogava em um lote e ficava bêbado com meus amigos quando éramos muito jovens. Muito jovens, porque me deixava enjoado. Mas continuei, porque adorei o processo de fazê-lo. Eu não percebi que gostava de ciência tanto quanto eu realmente gosto, por isso escolhi hidromel…por todas essas razões. Vi também que a coisa que eu fabricava por coincidência era o álcool com mais crescimento de uma perspectiva comercial. Assim, o hidromel, mesmo que não seja enorme na Noruega, está se tornando um grande movimento nos EUA.

Também deveria estar crescendo na Noruega, como parte da nossa história!
Deveria. Às vezes é assim que funciona. Descendentes de outros lugares encontram interesse em algo que saiu do radar na Europa. Então eu tenho feito isso. Agora, temos quatro lotes produzidos na All-Wise Meadery, que é a instalação de produção, e abriremos um bar ainda este ano. É um bar predominante para o hidromel, e estaremos servindo nossas coisas direto da máquina (como uma torneira), além de diferentes marcas de hidromel de todo os Estados Unidos. Portanto, esse meu lado de negócios foi desenvolvido recentemente e está se tornando cada vez mais importante. Posso dizer “ah, sou um homem de negócios”, mas a verdade é que sou mais um criador. Meu maior desejo é ser um mestre cervejeiro, que é o meu título oficial, que inclui criar as receitas, servir o menu, criar uma experiência divertida, beber, conversar e educar as pessoas sobre o que é. Eu tenho um grupo de pessoas que são muito melhores no setor comercial do que eu, e dou a elas espaço para lidar com isso. Conheço minhas forças e minhas fraquezas.

Vamos falar sobre legado. Você já deixou um legado durante a infância. Então, qual é a importância de deixar mais um legado nesse estágio da vida?
Eu acho que houve um artigo que li uma vez em algum lugar por um historiador antigo que disse algo sobre o legado ser a maldição de um homem, o que não é verdade. Mas acho que a parte que pode ser verdadeira é que a obsessão pelo legado e o que você deixa para trás é uma maldição. Acho que todo mundo quer deixar um impacto em sua sociedade, arredores e em seus filhos, mas pode ser uma maldição se preocupar demais com isso. Eu não acho que estou livre disso – eu gostaria de ter algo legal como legado. O melhor que você pode fazer é apoiar o que se empenhar ao que gosta de fazer, mas também apoiar as pessoas com as quais você se relaciona. Eu também acho que deixar coisas boas e bons pensamentos acabarão por falar por si. Também suas esquisitices – se você é esquisito com alguma coisa, continue fazendo isso. Eu fiz isso a vida toda e acabei bem. Então nutra sua estranheza.

Às vezes acabamos colocando muita pressão sobre nós mesmos com o que queremos alcançar ou estar presente no momento é o bastante?
Eu acho que você deve pressionar um pouco a si mesmo para deixar um bom legado. Eu acho que você deve ao seu futuro olhar para trás e dizer “eu fiz tudo que pude”. Eu sei que Dylan, de 15 anos, está me parabenizando agora. Ele está empolgado. Espero que quando eu tiver 40 anos e olhar para o Dylan de 27, eu também o parabenize. E é apenas uma longa fila de cumprimentos até a morte, haha. Mas acho que você precisa ser rigoroso consigo mesmo, esforçando-se o máximo que puder – precisa ficar muito cansado. Isso é algo que tanto Cole quanto eu temos em comum. Se você olhar nossas fotos antigas, sempre parecemos exaustos. Tínhamos bolsas escuras sob os olhos e olhares exaustos todos os dias. A verdade é que prefiro parecer exausto do que descansado, porque pelo menos com exaustão sei que estou fazendo tudo o que posso. Caso contrário, eu me sentiria culpado de ficar sentado o dia todo.

Qual é a sua espectativa para o Dylan de 40 anos?
Ter um exército de robôs, haha…e depois a dominação do mundo. Não, eu gostaria de ter uma família. Eu gostaria de possuir terras. Parece engraçado, mas eu quero possuir um bisão americano, eu amo esse animal. Então eu quero ter terra em algum lugar que eu possa ter um ou dois bisões americanos. Eu quero ter filhos, eu quero ter uma casa muito legal que eu tenha ajudado no design. Não estou dizendo que é um castelo, mas parece um pouco com um…haha. E bisões americanos em todos os lugares.

Lembre-me de sempre trazer à tona o Dylan sonhador, a quantidade de bisões americanos crescia quanto mais você falava sobre isso…
Isso é realmente horrível, haha. Eu quero olhar para trás e continuar trabalhando, e eu adoraria ter um impacto no hidromel. Eu quero que o hidromel (mead) esteja em um lugar onde seja muito mais conhecido pelas pessoas e as pessoas não pensem que estou dizendo “carne” (meat) o tempo todo.

Algum pensamento final sobre seu estado de espírito agora?
Tem sido interessante fazer muitas audições novamente. Finalmente estou em um lugar onde posso dizer “é por isso que sou apaixonado”. Por um longo tempo, até um ano atrás, eu deixava as pessoas me convencerem de que não podia fazer certas coisas e deixei que elas afetassem minha opinião. Recentemente, tomei algumas decisões importantes de negócios e, cerca de um ano atrás, eu tinha dito “foda-se” à todas essas pessoas – foi bem difícil. Retomei o controle sobre as coisas que quero fazer. Não foi um esforço para me sentir mais no controle ou mais desejado, mas sentir uma conexão mais próxima com aqueles com quem eu trabalho – tudo o que eu imaginava há anos como algo que poderia ser, encontrei agora, e isso me deixou tão feliz. Tenho muito mais tempo para me concentrar nas coisas em que realmente devo me concentrar, e todos estão se apoiando e levantando um ao outro. É por isso que sou apaixonado.











Confira o photoshoot completo de Dylan para a edição 15 da Boys by Girls em nossa GALERIA.

Matéria: Boys by Girls | Tradução: Chris (Dylan Sprouse Brasil).

Por: Elizabeth Logan (5 de agosto de 2019)

Dylan Sprouse foi escalado como o personagem conhecido, e nós não estamos inventando isso, como “F-cking Trevor” na sequência de After, chamada After: Depois da Verdade, e, se você não tem ideia do que isso significa, por favor nos permita explicar. After é essencialmente o Cinquenta Tons de Cinza da geração Z, um romance que viralizou e virou um livro best-seller sobre uma ingênua estudante universitária, Tessa, que se apaixona pelo controlador Hardin. Seu relacionamento sexualmente tumultuado é a base para o romance After e suas sequências: After Depois da Verdade, After Depois do Desencontro, After Depois da Esperança e After Depois da Promessa. A adaptação do primeiro livro foi lançado em abril e fez 69 milhões nas bilheterias mundiais. Ah, e tudo isso se originou de uma fanfiction de One Direction.

Tudo isso para dizer que a Universal deu sinal verde para a sequência do filme, e acaba de ser anunciado que Dylan Sprouse, irmão gêmeo de Cole Sprouse estrela de Riverdale, irá interpretar Trevor – um colega de trabalho da Tessa e que tem sentimentos pela mesma. O personagem é chamado “F-cking Trevor” porque Hardin o odeia, de acordo com o Popbuzz. Antes que você julgue, lembre-se que muitos millennials chegaram a usar blusas do Time Edward e Time Jacob, em público.

Sprouse confirmou seu escalação em um vídeo no Instagram que Anna Todd, autora da série, postou no Twitter com a mensagem: “Nós temos o nosso [F-cking] Trevor”. Sprouse diz à câmera: “Estou muito animado para anunciar a vocês que eu estarei interpretando Trevor em After We Collided. Eu não posso esperar para trazer o fucking Trevor á vida para vocês e estou animado para verem o conteúdo finalizado. Mal posso esperar para começar a filmar.”

Ele se juntará a Josephine Langford, que interpreta Tessa, e a Hero Fiennes Tiffin, que interpreta Hardin. 

Além de seu trabalho como ator, Sprouse é um mestre cervejeiro profissional de uma produtora de hidromel, All-Wise Meadery, com sede no Brooklyn. Aliás, ontem foi o vigésimo sétimo aniversário dos gêmeos Sprouse, então é o presente de aniversário para seus fãs.

Matéria: WMagazine | Tradução: Chris (Equipe Dylan Sprouse Brasil)
Por Trey Taylor (21 de novembro de 2017)

As portas giratórias do William Vale, um hotel imponente em Williamsburg, Brooklyn, estão em constante rotação. Há rumores de que meninas adolescentes continuam aparecendo no hotel, incomodando o concierge sobre a data de lançamento da produtora de hidromel de Dylan Sprouse, All-Wise. A data continua sendo adiada, mas isso não impediu os fãs de entender que algo está sendo construído. “Definitivamente vamos precisar de um porteiro”, admite Sprouse, enquanto bebemos cuidadosamente cervejas locais entre as bochechas, procurando o que ele chama de “sensação na boca” na cervejaria vizinha Tørst.

Tørst, um bar Greenpoint – na verdade, “empório de artesanato raro” – mostra uma parede de torneiras quase como troféus, cada uma amarrada a uma mangueira escondida atrás do contra-piso de mármore, transportando diferentes cervejas de micro-cervejarias no Brooklyn e também em Nova York e até mais longe. Tem uma vibe Scandi em sua decoração e vibração, escondido atrás de uma porta branca perto do McCarren Park, no Brooklyn. Sprouse gosta de vir aqui porque seu proprietário, Jeppe Jarnit-Bjergsø, também é gêmeo. Ele é dono da Evil Twin Brewing, um empreendimento de ciganos. (A cerveja cigana, explica Sprouse, é quando um cervejeiro “sequestra” uma cervejaria que ele não possui para fabricar seu produto permanentemente.) Seu irmão, Mikkel Borg Bjergsø, é dono de uma cervejaria rival, Mikkeller. Aparentemente, os irmãos não se dão tão bem.

Sprouse, 25, agora é o mais jovem mestre cervejeiro da América, mas conhecido por ser o ator que interpretou Zack Martin por 87 episódios na série The Life Life of Zack and Cody, do Disney Channel. Ser um mestre cervejeiro não é uma qualificação para a qual se estuda, mas sim um cargo, “da mesma forma que o mecânico chefe é uma coisa, ou o chefe de cozinha seria uma coisa”. Ele é um gêmeo que cresceu no set, começando sua carreira aos oito meses de idade. “Eu nem me lembro de não ter atuado”, diz ele. “Era apenas um trabalho cintilante: chorar, lamentar, goo-goo ga-ga, engatinhar…eu era especialista em engatinhar – essa era minha especialidade.”

Seus cabelos loiros em cascata agora roçam seus ombros. Ele é formado pela NYU em Design de Videogames e ele está em um império de fluxo livre de hidromel de mel. Ele sumiu nos últimos seis anos, saindo da esteira rolante da Disney cheia de dinheiro e se acostumando à normalidade como outras estrelas infantis que investiram na educação, como Amanda Bynes e Mara Wilson. Enquanto estava na NYU com seu irmão, Cole, Dylan iniciou operações em pequena escala com sede em seu dormitório, testando suas misturas com colegas de quarto quando a aula era dispensada.

“Eu estava fabricando cerveja no meu dormitório”, diz ele durante um pilsner da Rothaus. “Eu tive um colega de dormitório muito relaxado, e – por negligência, – quero dizer que ele nunca esteve lá. Ele era um estudante de medicina e estava sempre na casa de sua namorada. Na verdade, não o culpo, mas isso me deu uma ampla oportunidade de fermentar dentro do dormitório. ”

Foi durante o furacão Sandy, em outubro de 2012, que Sprouse finalmente teve a chance de testar em massa seu hidromel. “Eu tinha acabado de terminar um lote uma semana antes, então tínhamos cinco galões. Durante uma noite, convidamos dois andares de pessoas para passear no dormitório e amarramos lanternas nas garrafas de água e criamos esse quarto fresco e brilhante porque não havia luzes. Pegamos queijo e carnes e bebemos todos os cinco galões e acordamos na manhã seguinte, todos nós espalhados pelo chão como: ‘Que porra é essa?’ Foi bem legal”, lembra ele. “Eu olho para trás com carinho.”

Ele começou a fabricar cerveja aos 16 anos, quando seu pai lhe deu um kit de fabricação caseira em seu aniversário. Seu primeiro lote “tinha gosto de merda de cachorro – mas nós bebemos!” Sprouse não deixou a bebida úmida incomodá-lo e, desde então, tem sido meticulosamente aperfeiçoando suas receitas.

Apenas uma vez ele potencialmente criou algo mais sinistro do que um hidromel. “Eu fiz algo com maçãs uma vez”, lembra ele. “Fiz um cyser – é assim que se chama quando você tem uma maçã ou uma cidra híbrida com hidromel. Li em algum lugar que as sementes de maçã têm vestígios de cianeto e não acho que isso seja verdade, mas usei a maçã inteira e pensei que poderia haver cianeto no meu cyser, então me assustei. Bebi um pouco e depois disso me levei a um frenesi. Depois procurei e fiz muitas pesquisas e fiquei tipo ‘vou ficar bem’. Ainda estou aqui, então não havia cianeto!”

Sprouse ainda está aqui, ainda criando tweets hilariantes e encontrando fãs em passeios com seu cachorro, Magnus. Mas sua ausência em nossas telas de TV foi sentida. Por uma certa geração, os gêmeos Sprouse eram sinônimo de infância – dois loiros que faziam travessuras parecerem divertidas. Embora não houvesse motivo explícito para ele e Cole se afastarem dos palcos de Hollywood, ambos sentiram que era hora de uma pausa. “Eu realmente não me ressenti [de atuar] até os 18 anos de idade, e não havia ressentimento na época, dizer que havia ressentimento me faria parecer mimado, – mas teve um momento em que eu pensei: ‘preciso fazer algo que não seja atuar por um pouco da minha vida’. Foi por isso que fui para a faculdade e me afastei de tudo isso por um longo tempo e nem sequer olhei para a indústria até terminar. Quando criança, acho que você não pensa muito nisso. É preciso que você esteja na adolescência para pensar: ‘Não, pai e mãe, eu não quero fazer isso’.”

Na véspera de seu lançamento da All-Wise Meadery, Sprouse sabe que possuir um negócio consumirá muito do seu tempo. Ainda assim, agora que ele colocou as 10.000 horas necessárias, ele deseja seguir seu irmão de volta à atuação. “Nós dois sempre soubemos que seria algo que faríamos novamente”, diz ele, referindo-se a Cole, que conseguiu o papel de Jughead em Riverdale da CW. Dylan não sente pressão para competir. “Eu acho que a parte mais estressante não foi voltar a atuar, mas voltar a fazer audições. Os testes são péssimos!”

Sprouse voltou na ponta dos pés para a indústria, primeiro como Lucas Ward em Dismissed, um thriller sombrio sobre um estudante neurótico que quer elevar sua família desolada às Ivy Leagues, e fará tudo o que estiver ao seu alcance para alcançá-lo. “Esse personagem era algo que eu nunca tinha feito antes”, diz Sprouse. “Pensei que ficaria mais nervoso do que estava, mas é como andar de bicicleta. Não gostava de cocô nas calças nem de inchar de nervosismo, estava tudo bem.” Ele acompanhará isso com o curta-metragem Carte Blanche.

Com calças limpas e uma sensação na boca satisfatória, Sprouse sai de Tørst, oferecendo-se até para pagar a conta. Ele é mais engraçado do que na TV, extremamente normal. Ele não é apenas um ator, mas um graduado da NYU e agora o mais jovem mestre cervejeiro do país. No entanto, seu hidromel se sai bem – e estamos julgando bem pela constante intriga dos fãs que assaltam o William Vale – Dylan Sprouse está vivendo o sonho milenar.

Matéria: Interview | Tradução: Chris (Dylan Sprouse Brasil)

Por Jamie Righetti (8 de dezembro de 2017)

Dylan Sprouse não é estranho às telonas, tendo iniciado sua carreira de ator aos oito meses de idade, ao lado de seu irmão gêmeo mais novo, Cole. Desde seu papel de destaque no filme Big Daddy, de Adam Sandler, até se tornarem estrelas do Disney Channel como adolescentes, os irmãos Sprouse pareciam destinados a uma carreira ao longo da vida no show business, até que ambos pararam de atuar para cursar a Universidade de Nova York em 2011. Enquanto Cole retornava para a televisão em 2016 para estrelar Jughead Jones na série de sucesso da CW Riverdale, Dylan finalmente está voltando a atuar com o papel principal em um novo thriller, Dismissed.

Sprouse interpreta Lucas Ward, um colegial que se transfere para a sala de aula do professor de inglês Mr. Butler (Kent Osbourne). Na superfície, Lucas parece um estudante dos sonhos. Ele é pontual, ganha notas boas e chega à aula enfiado em calças e blazers prensados ​​- um garoto excêntrico, claro, mas um garoto esperto que quer o melhor para si. O sonho de Lucas é ir para Harvard, e está claro que ele sente a enorme pressão de manter notas perfeitas para alcançá-lo.

Mas também existem ondulações escuras sob a superfície encantadora de Lucas que continuam borbulhando até que acabam se espalhando em violência e caos. Ele cruelmente ameaça um colega de classe por falar durante uma aula e cega temporariamente um colega de classe quando ele é escolhido em detrimento de Lucas como primeira presidente de um torneio de xadrez. Mas enquanto o comportamento é realmente sociopata, Sprouse é capaz de provocar a humanidade em Lucas, e ele impede que o personagem se torne um estereótipo de horror.

Quando Lucas entrega uma pilha de páginas para seu trabalho final (argumentando que Iago é o verdadeiro herói de “Otelo”, naturalmente), ele fica chocado ao descobrir que só ganhou um B + por seu trabalho. Lucas é incapaz de processar por que seu trabalho não é bom o suficiente e argumenta veementemente que, embora sua tese possa não ser tradicional, ele a apoiou com evidências do texto. A verdade é que é difícil discordar dele; embora a nota “baixa” sirva como ponto de ruptura de Lucas, o desempenho de Sprouse torna estranhamente a reação de seu personagem a quem se lembra das pressões da vida universitária.

“Acho que a parte mais interessante de Lucas é que, na escola, há momentos em que você fica tipo: ‘Oh meu Deus, preciso fazer tudo o que puder para garantir que minha vida seja configurada’”, disse Sprouse recentemente ao IndieWire. “Esse era o tipo de complexo de culpa e o complexo de medo que queríamos retratar com ele [Lucas]. Eu acho que ele é relacionável, mas também diz um pouco sobre o nosso sistema educacional.”

Às vezes, Dismissed parece um filme de terror de baixo orçamento, mas o desempenho crepitante e matizado de Sprouse eleva o filme e torna impossível desviar o olhar. Para Sprouse, era a natureza sombria, complicada e, finalmente, destrutiva de Lucas que tornava o filme um veículo tão sedutor para seu retorno à atuação. “É definitivamente diferente de tudo o que eu já fiz”, ele admitiu.

Apesar do peso do papel, Sprouse não achou muito difícil interpretar Lucas, e ele realmente gostou. Para inspiração, ele começou a se sintonizar com o comportamento de alguns de seus amigos. “Todo mundo tem amigos ou pessoas que conhece, embora não sejam definitivamente sociopatas, eles têm qualidades sociopatas”, disse ele. “Eu sei que tenho amigos com qualidades assim, e embora isso possa parecer estranho, eu definitivamente os observei. Eu acho que foi fácil para mim meio que entrar nesse espaço, conhecê-los um pouco e, dessa forma, conhecer Lucas um pouco.”

Sprouse se considera sortudo por poder equilibrar o amor de agir com uma paixão por fabricar hidromel, um vinho fermentado à base de mel, que ele inteligentemente traduziu em uma empresa do Brooklyn, a All-Wise Meadery, onde atua como proprietário e mestre cervejeiro. A produtora não é apenas uma saída para Sprouse seguir seu amor pela cerveja, mas também deu a ele uma base financeira estável que facilitou não apenas seu retorno à atuação, mas também a liberdade de escolher os papéis que mais lhe dizem respeito.

“Adoro atuar como uma paixão”, explicou Sprouse. “É algo realmente gratificante para mim. Mas o principal, que é um dos aspectos mais difíceis, é que é baseado em comissão. Ao sair da escola, depois de me lembrar que na minha vida mais jovem esses períodos mortos eram muito difíceis, decidi investir meu dinheiro em um negócio e abrir minha cervejaria para não ter nenhuma dessas preocupações. Eu posso ganhar dinheiro com minha outra paixão, que está se formando, e esse é um negócio bastante estável, e liberaria meu horário para assumir papéis que eu realmente gostei e que achei interessantes.”

Interpretar o papel de um psicopata adolescente definitivamente parece um afastamento dos papéis pelos quais Sprouse é mais conhecido, ou seja, o personagem de Zack Martin, que ele interpretou na popular série da Disney The Suite Life of Zack & Cody e na série spinoff The Suite Life on Deck. Mas Sprouse está pronto para romper com quaisquer noções preconcebidas sobre seu talento como ator, e Dismissed parece o veículo perfeito para colocá-lo de volta nos holofotes e também mostrar seu próprio talento. E embora os irmãos possam ter começado suas carreiras juntos, Sprouse não fica surpreso com a idéia de que cada um tenha seu próprio sucesso.

“Nós dois tivemos a sorte de ser realmente bem-sucedidos nas coisas que nos esforçamos para fazer”, disse Sprouse sobre si mesmo e seu irmão gêmeo. “Mas acho que para nós esses últimos anos foram realmente uma exploração não apenas de quem somos como pessoas, mas também de quem somos como indivíduos fora um do outro, e acho que estamos realmente confortáveis ​​com isso. A única coisa ruim é que geralmente significa que ficamos longe um do outro por longos períodos de tempo e nós dois somos muito próximos, então é muito difícil ele morar em Vancouver o ano todo e não vê-lo muito. Quando nos reunimos e saímos, é muito bom.”

Mas enquanto Cole está recebendo ótimas críticas por seu trabalho em Riverdale, não espere que Dylan siga os passos de seu irmão. “Eu definitivamente quero focar mais nos filmes. Sei que todos estão mudando para a televisão agora, mas acho que onde estou, prefiro fazer filmes”, disse ele.

Sprouse admite que não é um grande fã de TV e só assistiu a um episódio de Riverdale (“não conte ao meu irmão”), mas ainda não tinha nada além de elogios pelo sucesso recente de Cole. “Estou imensamente orgulhoso do meu irmão por enfrentar o grande trabalho de fazer Riverdale e também ao mesmo tempo não perder de vista suas paixões como fotografia, na qual ele é muito bom. Eu ouço coisas muito boas [sobre Riverdale] e eu sei que meu irmão é muito bom, então eu tenho orgulho dele mesmo assim.”

Sprouse tem alguns projetos na manga, incluindo vários scripts que ele escreveu no ano passado, que ele está começando a lançar. “Estou trabalhando sem parar desde os últimos dois meses até julho”, disse ele, mas observou que encontrou tempo para assistir a outros filmes. Um destaque: a ultra-sangrenta saga de samurai de Takashi Miike, mais de duas horas, Blade of the Immortal, que não se parece em nada com o que Sprouse fez, mas pode fornecer uma janela para suas crescentes ambições. “Eu adorei esse filme”, ​​disse ele, acrescentando que é “100% direto no meu beco”. Alguém dê seu número ao Miike.

Matéria: IndieWire | Tradução: Chris (Equipe Dylan Sprouse Brasil)
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